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terça-feira, 24 de julho de 2012

Minhas reflexões sobre a vida.


Rosenildaev.blogspot.com.br







Tratava-se de um Congresso Estadual. As pessoas chegavam de todas as bandas e os largos corredores de acesso ao auditório principal se apresentavam movimentados.
Pequenos grupos se formavam, aqui e ali, onde abraços e risos se misturavam, percebendo-se que se tratava de reencontros de amigos.
Amigos de cidades diferentes, de outros Estados que novamente se encontravam. A expectativa, para a sessão de abertura, era de dez mil pessoas.
Os voluntários estavam em toda parte: na recepção, no setor de informações, nas livrarias, onde grande era igualmente a movimentação.
Uma senhora conversava, animada, com amigos, quando se aproximou um dos voluntários, pedindo-lhe ajuda para uma das livrarias.
O movimento se fizera de tal intensidade que os atendentes precisavam de um apoio extra.
Feliz por servir, a senhora logo se postou atrás do balcão. Entre sorrisos e cumprimentos, a um indicava o lançamento mais recente em livro, cd e dvd.
A outro, esclarecia a respeito do conteúdo do produto que tinha em mãos.
Vendia, acondicionava em sacolas e entregava a mercadoria. Bastante conhecida, detinha-se a brincar com um ou outro dos que se achegavam para tomar ciência das novidades editoriais.
Então, alguém lhe perguntou: Poderia me dizer se, há uns catorze anos, a senhora esteve na Maternidade Y, a visitar algum parente seu?
A pergunta surpreendeu a voluntária. Contudo, consultou os arquivos da memória e respondeu de forma afirmativa.

Há catorze anos, pelo período de trinta dias, estivera, muitas vezes, na citada Maternidade.
Sua sobrinha nascera prematura e estava no Centro de Terapia Intensiva Neonatal.
E concluiu: Desculpe-me, mas por que a pergunta?

Então, entre a emoção mal contida, os olhos marejados de lágrimas, disse a indagante:
Eu nunca soube seu nome. Mas jamais esqueci seu rosto. Fico muito feliz em encontrá-la, agora e poder lhe agradecer.
E, ante o surpreso silêncio, ela continuou: Eu sou aquela mulher que a senhora viu a chorar na recepção.
Sem me conhecer, notando meu desespero, se aproximou de mim e perguntou: Por que chora tanto? O que aconteceu?
E eu contei sobre a doença do meu filhinho de poucos meses, do pavor de perdê-lo, da dor de ter que deixá-lo hospitalizado, das tantas incertezas da minha alma de mãe ansiosa.
Então, a senhora me envolveu em um abraço terno e me disse: Confie em Deus. Entregue seu filho aos cuidados dEle.
Ore, acalme-se e guarde a certeza: seu filho ficará bem.
E eu me acalmei, ao influxo das vibrações que recebi do seu abraço.
Orei, esperei. E meu filho aí está, prestes a completar seus quinze anos.
Por isso, por aquele dia ter acalmado o desespero de uma estranha, eu lhe agradeço.
A partir de hoje, tenho um nome para guardar em gratidão.
Um abraço prolongado encerrou a narrativa.
A senhora sequer lembrava do fato mas, em sua intimidade, agradeceu a Deus pela felicidade de colher flores no seu caminho.
Flores de gratidão de uma estranha, guardadas há pouco mais de catorze anos.
Verdadeiramente, pensou, o bem faz bem a quem o realiza.
Redação do Momento Espírita, com base em fato.
Em 28.06.2011





ESPINHOS
Todos conhecemos um sábio provérbio que diz: não há rosas sem espinhos.
A comparação é interessante, pois, sendo bela, a rosa representa as conquistas sublimadas do ser imortal, e os espinhos são os riscos que corremos e os obstáculos que encontramos em nossa caminhada evolutiva.
Objetivando a reflexão, nos termos que a abençoada Doutrina Espírita nos oferece, perguntaríamos: se a rosa tem espinhos, estamos desobrigados quanto a sua colheita? Se nossa evolução apresenta obstáculos, estaríamos autorizados por Deus a não trilhá-la?
E como complemento, usaremos as palavras de Jesus citadas pelo evangelista Luvas (VI: 44): “Nem vindimam (cachos de) uva da sarça”. Reflitamos: se as sarças não produzem uvas, devemos cruzar os braços e permitir que as mesmas se alastrem pelo campo?
Segundo as respostas do Espírito da Verdade (“O Livro dos Espíritos”, terceira parte – “Das Leis Morais”) o campo deve ser cultivado, se almejamos colheita proveitosa. Portanto, se as sarças não produzem uvas, é nossa obrigação arrancá-la e realizar novo plantio!
No contexto bíblico, as palavras de Jesus citadas acima foram usadas no sentido de conhecermos a árvore pelos seus frutos. Kardec, em “O Evangelho segundo o Espiritismo” também usa essa referência, para nos mostrar que pelas obras se conhece o trabalhador.
Pensando nesse sentido, podemos refletir: será que as pessoas têm condições de render aquilo que delas esperamos? Muitas vezes, o pouco que fazem, nas mais variadas situações, está próximo do seu máximo… E o fruto que almejamos está acima da capacidade momentânea da árvore..
Nossa intervenção, segundo o Espiritismo, deve ser a de fomentar a sua produção, através da irrigação, poda, adubação, pulverização… Caso identifiquemos, na jornada espírita, irmãos que pouco rendem à doutrina e ao Evangelho, sejamos bondosos ao ponto de não exigirmos delas aquilo que não podem oferecer, mas estimulemos o seu crescimento, para que melhorem sua produtividade.
No livro “Caminho, Verdade e Vida”, Emmanuel nos trás uma pergunta interessante, refletindo sobre o mesmo versículo escrito por Lucas:
- “… Teria Jesus assumido a paternidade de semelhante assertiva, para que cruzemos os braços em falsa beatitude?”
Seria correto, ao identificarmos um irmão menos interessado na seara do Cristo, simplesmente ignorá-lo? Se fôssemos nós esse irmão desinteressado (segundo os critérios dos Espíritos superiores), agradar-nos-ia se esses irmãos maiores nos ignorassem?
Colhamos as rosas do amor e do conhecimento, sem nos amedrontarmos perante os espinhos da ignorância, do orgulho e do egoísmo.
*André Luiz Iesi Sobreiro (Severinia/SP)


 




 
O sábio indiano passava com um discípulo às margens do Ganges.
Em dado momento, viu um escorpião que se afogava no rio. Pressuroso, estendeu a mão e o retirou das águas.
Previsivelmente, o escorpião picou sua mão. Não obstante a dor, o sábio, cuidadoso e paciente, o depositou em terra firme. Teimoso, o bicho voltou ao rio.
O discípulo, admirado, viu seu mestre novamente, submetendo-se a nova agressão. O escorpião, que parecia orientado por vocação suicida, retomou às águas. Repetiu-se a cena.
A mão do sábio intumescia, dor lancinante.
- Mestre – balbuciou, confuso, o discípulo -, não estou entendendo. Esse escorpião o atacou três vezes e o senhor continua empenhado em socorrê-lo?
Ele sorriu.
- Meu filho, é da natureza dele picar; a minha é salvar!
Grande sábio, não é mesmo, leitor amigo? Se responder que não, concordo plenamente.
Faltou-lhe um componente essencial à sabedoria: o bom senso, a capacidade de avaliar uma situação e fazer o melhor.
Se o exercitasse, simplesmente apanharia um arbusto ou vareta, recolheria o escorpião e o deixaria longe do rio.
Fácil, fácil, sem nenhum problema.
Em 1869, Camille Flammarion (1842-1925), famoso astrônomo francês, fazia o elogio fúnebre de Hippolyte León Denizard Rivail (1804-1869), emérito professor, imortalizado como Allan Kardec, o dor’>codificador da Doutrina Espírita.
Destacava que Kardec não fora considerado sábio pelos homens de ciência, já que não colecionara títulos acadêmicos; mas muito mais que o simples saber dos que freqüentam as academias, revelara o atributo fundamental da sabedoria. E o definiu em inesquecível epíteto: “Kardec foi o bom senso encamado.”.
Desde tempos imemoriais, os homens colhem experiências envolvendo o sobrenatural. No histórico de qualquer família, infalivelmente, há notícias relacionadas com o assunto.
Em meados do século XIX, na França, estavam em efervescência fenômenos dessa natureza. Envolviam mesas que se movimentavam e até se comunicavam, em insólita telegrafia, com pachorrenta indicação das letras do alfabeto, compondo instigantes diálogos com a madeira.
As pessoas divertiam-se, sem questionar como era possível um móvel, sem nervos e sem cérebro, exercitar o pensamento.
Usando de bom senso, Kardec concebeu, de imediato, que havia uma inteligência desconhecida produzindo os fenômenos.
Imaginou, em princípio, fossem as próprias pessoas a agir, inconscientemente, por artes de desconhecida província cerebral. Para comprovar essa tese, preparou perguntas sobre assuntos que só ele conhecia.
A mesa respondeu com propriedade. Certamente, sua própria mente interferia. Formulou questões sobre assuntos que desconhecia.
A mesa, impávida, não vacilou. Respostas absolutamente corretas.
Fosse um parapsicólogo, desses que abominam avançar além dos estreitos limites de suas convicções materialistas, certamente formularia tese’>hipóteses mirabolantes, relacionadas com ser onisciente a dormitar nos refolhos da consciência humana. Um eus’>deus interior, capaz de responder a qualquer pergunta, ainda que a resposta esteja num livro, enterrado em recôndita província, no Himalaia.
Ocorre que Kardec não era simples “sábio”.
Tinha bom senso.
Logo percebeu que por trás daquelas manifestações haviam seres invisíveis, no mais vigoroso movimento jamais desenvolvido pelos poderes espirituais que nos governam, com o objetivo exaltar a imortalidade e eliminar o materialismo.
Descobrindo os Espíritos, os seres pensantes da criação, Kardec empolgou-se com as perspectivas que aquele contato oferecia Mas, extremamente cuidadoso, escreve, em Obras Póstumas: “Compreendi, antes de tudo, a gravidade da exploração que ia empreender; percebi, naqueles fenômenos a chave do problema tão obscuro e tão controvertido do passado e do futuro da humanidade, a solução que procurara em toda a minha vida. Era, em suma, toda uma revolução nas idéias e nas crenças; fazia-se mister, portanto, andar com a maior circunspecção e não levianamente; ser positivista e não idealista, para não me deixar iludir”.
Isso é bom senso.
Sem ele ficaremos sempre jungidos aos estreitos limites de nossa crença, engessados por princípios dogmáticos, como ocorre com muitos religiosos, que poderiam iluminar seu entendimento se tivessem o bom senso de avançar além das restrições que lhes são impostas.
Muitos se recusam a tocar um livro espírita, como se fora ameaçador escorpião.
Não aprenderam o elementar: escorpiões somos todos nós, dominados por tendências agressivas e viciosas, a nos debatermos nos turbilhões da ignorância.
Salva-nos o livro espírita, quando temos o bom senso de compulsar suas páginas luminosas.



UM PEDIDO DIFERENTE
Lenita… Estava terminando de escrever sua cartinha para Papai Noel. Ela sabia que este ano,  seu pedido era diferente dos outros anos. Ela não queria ganhar a boneca do momento, ou um celular, ou computador. O que ela queria era que sua mãe e  avó voltassem a se falar, por que as duas  já estavam em brigas  fazia um ano e Lenita não gostava nada disto, sua cartinha começava  assim: Querido Papai Noel, como vai? Este ano,  eu quero mudar o meu pedido, nada de querer ganhar bonecas da moda. pode ser? Sei que o senhor vai ter muita dificuldade em realizar este meu pedido, mas o senhor pode tentar? Quero que minha mãe e minha avó paterna voltem a se falar como antes. Eu sei que elas duas nunca foram muito amigas mas agora… Elas já passaram da conta, por favor, o senhor precisa fazer algo para me ajudar. Obrigada papai Noel e um feliz natal para o senhor também.
Lenita desceu correndo as escadas para jantar enquanto sua mãe Nívea arrumava a mesa. A  menina ficou lembrando o motivo da briga entre as duas. Tudo começou quando ela foi passar o fim de semana com o pai e a avó  como fazia há cinco anos desde que eles dois se separaram. Sua avó comprou um filhote de podle para ela , a menina…. Ficou encantada   e levou para sua casa. Sua mãe quando viu, logo brigou com ela  lembrando que não poderiam ter um cachorro, por que dava muito trabalho e ela passava o dia fora e sua avó não tinha que comprar nada sem sua permissão e com raiva, ligou para ela na hora. Pronto… As duas começaram a discutir e oi a ultima vez que elas se falaram.
Agora sempre que  Lenita passava os dias por lá, sua mãe a deixava na frente da casa da avó e vice- versa  e  Lenita  estava proibida de falar de sua avó para sua mãe  e nem de sua mãe para sua avó. As duas não queriam saber uma da outra, pensava a menina. Lenita imaginou que seria tarefa difícil para o bom velhinho.
Na noite de Natal… Lenita passaria com sua mãe  e no outro dia com sua avó, pois seu pai estava viajando. Ela teria que pensar em algo para tentar aproximar as duas,  mas o quê? Teve uma idéia: Escreveu vários recadinhos com as seguintes frases, mamãe e vovó… Vocês duas não estão percebendo que estão agindo piores que duas crianças e ainda estão me dando mau exemplo?  Colocou os bilhetinhos em duas caixas com os mesmos recados, embrulhou bem bonito e deixou em baixo da árvore de Nata para sua mãe não desconfiar do que se tratava.
Lenita teve uma linda noite de natal com sua mãe, as duas riram muito, Nívea contou a menina suas experiências de em noites de natal. No outro dia, Lenita pegou as duas caixas e  foi para casa de sua avó passar .  Teve  um dia maravilhoso, repleto de magia, felicidades e amizade. A noite…. Na hora de ir embora, ela não saiu quando sua mãe chegou e lhe chamou, ficou sentadinha onde estava. Sua mãe gritou por ela várias vezes e Lenita continuou do jeitinho  que estava, nada adiantou sua avó lhe pedir para ela  ir lá fora ter com sua mãe. Nívea foi obrigada  a entrar na casa para  ir buscá-la. Passou  sem falar com sua avó e foi neste momento que a menina se levantou calmamente, pegando as duas caixas e dando uma para cada. As duas olharam uma para outra sem entender nada e não tiveram outra escolha e abriram as caixas, encontrando vários papéis coloridos com o recadinho.
Lenita… Aproveitou e uniu a mão das duas, pedindo para elas pararem com esta atitude de criança mimada  e  que voltassem  a se falar, por que ela  ficava muito triste de ter que passar um natal assim, quando poderia  poderia ter passado, comemorando com as duas ao mesmo tempo.
Elas não resistiram ao pedido da menina e ao espírito natalino, se abraçaram e começaram a chorar. Lenita comemorou feliz, agradecendo ao Papai Noel por ter lhe dado esta brilhante idéia.
Escritora
Dothy Medeiros
Um conto infantil


 
Está se tornando freqüente a discussão em torno da problemática da depressão na infância.
É assustador o número de crianças que entram nesse estado d’alma, preocupante.
.
Mas, embora se tente descobrir as causas geradoras desse mal, e se levantem várias questões em sobre o assunto, o problema continua.
Para um observador atento, talvez não seja difícil detectar as possíveis raízes do problema.
Para un observador atento, talvez no sea difícil detectar las posibles raíces del problema.
É que, envolvidos na agitação da sociedade atual, os pais e demais familiares têm esquecido de dar a devida atenção aos pequeninos.
De forma geral, eles são relegados a segundo plano na ordem das prioridades.
Em primeiro lugar, vem a ocupação com os recursos financeiros que garantam a sustentação física da família. E essa preocupação absorve a tal ponto os pais, que muitas vezes os infantes são atropelados ao invés de conduzidos com amor e carinho.
É comum observarmos os pequenos no banco traseiro do automóvel ou na janela do ônibus escolar, de rostinhos melancólicos olhando para o nada, como se estivessem absorvidos por profundos questionamentos.
Se pudéssemos ouvir seus devaneios, talvez escutássemos suas angústias íntimas:
Por que tenho que sair do meu lar aconchegante e ir ter com pessoas que nem conheço?
Por que preciso deixar meus brinquedos e ir brincar com aquelas outras crianças que querem tomar os meus e não deixam eu brincar com os delas?
Será que a tia não vai brigar comigo? Será que algum menino maior que eu não vai me bater? Será que vai entrar um assaltante na escola e vai me roubar?
E que tal se, quando eu voltar para casa, toda minha família tenha sumido, ido embora? Ou então, será que minha mãe vai lembrar de me buscar no final da aula?
Para o adulto, que vive uma realidade diferente da criança, tudo isso parece pueril, mas para ela é motivo de inquietação e angústia.
Hoje em dia, movidos pelo desejo sincero de prevenir as crianças contra os males das drogas e da violência, talvez tenhamos jogado uma carga demasiado grande de pavores sobre essas almas ainda frágeis.
No lar, muitas delas convivem diariamente com a brutalidade e a violência dos jogos eletrônicos, sem maturidade para separar o que é ficção do que é realidade.
E, um dia, elas saem do lar e partem para um mundo diferente do seu, cheias de medos e inseguranças.
Além disso, carregam, nas profundezas da alma, traumas e conflitos de outras existências, pois não podemos esquecer de que nossas crianças são espíritos reencarnados.
.
Considerando isso tudo, se realmente desejamos ajudar nossos filhos, busquemos entendê-los melhor. Procuremos penetrar no seu mundo e oferecer-lhe o amparo e a proteção de que tanto necessitam.
Socorramos nossos pequenos que rogam, muitas vezes através da rebeldia, nossa atenção e carinho, para que possam caminhar com segurança nesse mundo turbulento e assustador para muitas delas.

Pense nisso!
¡Piense en eso!
Não espere que seu filho mostre sintomas de depressão, observe-o e ampare-o sempre.
No espere a que su hijo muestre síntomas de depresión, obsérvelo y ampárelo siempre.
Repense as atividades que lhe são impostas e verifique se não o estão sobrecarregando, vergando suas estruturas psicológicas ainda frágeis.
Repiense las actividades que le son impuestas y verifique si no están sobrecargando, sometiendo sus estructuras psicológicas todavía frágiles.
Muitas vezes, com o intuito de preparar nossos filhos para o mundo competitivo de hoje, esquecemos de considerar aspectos importantes do seu psiquismo, principalmente as suas tendências e aptidões.
Muchas veces, con el intuito de preparar nuestros hijos para el mundo competitivo de hoy, olvidamos de considerar aspectos importantes de su psiquismo, principalmente sus tendencias y aptitudes.
É importante que nos questionemos sobre o que é mais importante: instruir muito bem o homem, ou formar o homem de bem.
Es importante que nos cuestionemos sobre lo que es más importante: instruir muy bien el hombre, o formar el hombre de bien.
Pensemos nisso!
¡Pensemos en eso!
Redação do Momento Espírita

 




É DANDO QUE SE RECEBE
O nome dele era Fleming e era um pobre fazendeiro escocês.
Um dia,enquanto trabalhava para ganhar a vida e o sustento para sua família, ele ouviu um pedido desesperado de socorro vindo de um pântano nas proximidades. Largou suas ferramentas e correu para lá.
Lá chegando, enlameado até a cintura de uma lama negra, encontrou um menino gritando e tentando se safar da morte. O fazendeiro Fleming salvou o rapaz de uma morte lenta e terrível.

No dia seguinte, uma carruagem riquíssima chega à humilde casa do escocês.
Um nobre elegantemente vestido sai e se apresenta como o pai do menino
que o fazendeiro Fleming tinha salvado.
" Eu quero recompensá-lo", disse o nobre. " Você salvou a vida do meu filho".
" Não, eu não posso aceitar pagamento para o que eu fiz", responde o fazendeiro escocês, recusando a oferta.

Naquele momento, o filho do fazendeiro veio à porta do casebre.
" É seu filho? " perguntou o nobre.
" Sim" o fazendeiro respondeu orgulhosamente.
" Eu lhe farei uma proposta. Deixe-me levá-lo e dar-lhe uma boa educação. Se o rapaz for como seu pai, ele crescerá e será um homem do qual você terá muito orgulho".

E foi o que ele fez. Tempos depois, o filho do fazendeiro Fleming se formou no St.Mary's Hospital Medical School de Londres, ficou conhecido no mundo como o notável Senhor Alexander Fleming, o descobridor de Penicilina.

Anos depois, o filho do nobre estava doente com pneumonia.
O que o salvou? Penicilina.
O nome do nobre? Senhor Randolph Churchill.
O nome do filho dele? Senhor Winston Churchill.

Alguém disse uma vez que a gente colhe o que a gente planta.....



 


COISAS QUE APRENDI COM VOCÊ

[Essa é uma mensagem que todos os pais deveriam ler, porque seus filhos estão olhando você e memorizando
o que você faz, não o que você diz.]

"Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você pegar o primeiro desenho que fiz e prendê-lo na geladeira,
e, imediatamente, eu tive vontade de fazer outro para você.

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você dando comida a um gato de rua,
e eu aprendi que é legal tratar bem os animais.

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você fazer meu bolo favorito para mim
e eu aprendi que as coisas pequenas podem ser as mais especiais na nossa vida.

Quando você pensava que eu não estava olhando, ouvi você fazendo uma oração, e eu aprendi que existe um
Deus com quem eu posso sempre falar e em Quem eu posso sempre confiar.

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você fazendo comida e levando para uma amiga que estava doente,
e eu aprendi que todos nós temos que ajudar e tomar conta uns dos outros.

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você dando seu tempo e seu dinheiro para ajudar as pessoas mais necessitadas e eu aprendi que aqueles que têm alguma coisa devem ajudar quem nada tem.

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu senti você me dando um beijo de boa noite e me senti amado e seguro.

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você tomando conta da nossa casa e de todos nós,
e eu aprendi que nós temos que cuidar com carinho daquilo que temos e das pessoas que gostamos.

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi como você cumpria com todas as suas responsabilidades,
mesmo quando não estava se sentindo bem, e eu aprendi que tinha que ser responsável quando eu crescesse.

Quando você pensava que eu não estava olhando eu vi lágrimas nos seus olhos, e eu aprendi que, às vezes,
acontecem coisas que nos machucam, mas que não tem nenhum problema a gente chorar.

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi que você estava preocupada e
eu quis fazer o melhor de mim para ser o que quisesse.

Quando você pensava que eu não estava olhando foi quando eu aprendi a maior parte das lições de vida que
eu precisava para ser uma pessoa boa e produtiva quando eu crescesse.

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu olhava para você e queria te dizer:
Obrigado por todas as coisas que eu vi e aprendi quando você pensava que eu não estava olhando!"

(Autor Desconhecido)









LIÇÃO DE SABEDORIA


Um cientista muito preocupado com os problemas do mundo passava dias em seu laboratório, tentando encontrar meios de minorá-los. 
Certo dia, seu filho de 7 anos invadiu o seu santuário decidido a ajudá-lo. O cientista, nervoso pela interrupção, tentou fazer o filho brincar em outro lugar. Vendo que seria impossível removê-lo, procurou algo que pudesse distrair a criança. De repente, deparou-se com o mapa do mundo. Estava ali o que procurava. Recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho dizendo: 
- Você gosta de quebra-cabeça? Então vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está ele todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho! Mas faça tudo sozinho!. 
Pelos seus cálculos, a criança levaria dias para recompor o mapa. Passadas algumas horas, ouviu o filho chamando-o calmamente. 
A princípio, o pai não deu crédito às palavras do filho. Seria impossível na sua idade conseguir recompor um mapa quem jamais havia visto. Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança. Para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares. Como seria possível? Como o menino havia sido capaz? 
- Você não sabia como era o mundo, meu filho, como conseguiu? 
- Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei, mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem que eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem, virei à folha e vi que havia consertado o mundo.!!! 
(autor desconhecido)

 
Adorei a visita!
Quando precisar, venha estou te esperando

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